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Lógica organizacional – Influências na gestão de portfólio

16 02 2017
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Resumo:
O objetivo deste trabalho é identificar as influências da lógica de uma organização na prática de gestão de portfólio, considerando-se três lógicas conforme define o debate da epistemologia: mecanicista, do ator e do agir organizacional. A gestão de portfólio, segundo a lógica mecanicista, é um processo formal e estruturado de modo a assegurar a objetividade da tomada de decisão e está diretamente ligada ao processo de planejamento estratégico formal. Já segundo a lógica do ator, com características bem distintas da lógica mecanicista, respeita-se a subjetividade da construção organizacional, dando maior liberdade aos sujeitos na sua tomada de decisão através de métodos qualitativos para avaliar projetos. A estratégia, na concepção da lógica do ator, emerge dos processos organizacionais assim como acontece com o aprendizado. Por isso, a gestão de portfólio deve focar em projetos emergentes da organização, ao invés de verificar vetores estratégicos definidos em processos formais, como na lógica mecanicista. Há ainda a lógica do agir organizacional, que entende as organizações como processos em construção. Segundo ela, a gestão de portfólio deve manter o equilíbrio entre a identificação de projetos através de métodos formais e da percepção de seus sujeitos, fazendo uso de métodos semiquantitativos.

Autores: Michele Ponich Ruzon, Denise Oldenburg Basgal

Publicado: MundoPM - Jun/Jul 2010
Pág. 62
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